A Biblioteca da Escola E.B 2,3 de Vila Nova de Tazem - Agrupamento de Escolas de Gouveia
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Prémio Nobel da Física 2012
O Prémio Nobel da Física 2012 foi atribuído a Serge Haroche e David J.
Wineland pelos “métodos que permitem a medição e manipulação de sistemas
quânticos individuais”.
Serge Haroche e David J. Wineland, de forma independente, inventaram e
desenvolveram métodos inovadores que permitiram medir e manipular partículas
individuais, preservando o seu estado quântico.
Prémio Nobel da Medicina
A real academia de Ciências da Suécia anunciou na
manhã desta segunda-feira (8) que o prêmio Nobel Fisiologia ou Medicina de 2012
vai para o britânico John B. Gordon,
de 79 anos, e o japonês Shinya Yamanaka,
de 50 anos, pela descoberta de que células adultas podem ser reprogramadas e se
tornarem pluripotentes, células-tronco capazes de se converter em qualquer
outro tipo de célula do corpo.
Entre as aplicações da reprogramação de células
está a criação de tecidos substitutos para o tratamento de doenças como o
Parkinson, para o estudo da origem das doenças em laboratório, sem necessitar
usar células-tronco embrionárias.
"As descobertas de Gordon e Yamanaka
mostraram que células especializadas podem voltar ao tempo no desenvolvimento
em determinadas circunstâncias", disse o comitê do Nobel do Instituto
Karolinska, da Suécia, em comunicado ao anunciar os vencedores do prêmio de 8
milhões de coroas (1,2 milhão de dólares). "Estas descobertas também
forneceram novas ferramentas para os cientistas de todo o mundo e levaram a um
progresso notável em muitas áreas da medicina."
Prémio Nobel da Paz 2012
O Prémio Nobel
da Paz de 2012 foi para a União Europeia, confirmou o comité Nobel depois de a
notícia já ter sido avançada pela TV norueguesa NRK. "Foi atribuído por
mais de seis décadas de contributo para o desenvolvimento da paz e
reconciliação, da democracia e dos direitos humanos na Europa", diz esta
manhã o site oficial do Nobel.
Prémio Nobel da Química 2012
O prêmio Nobel de Química 2012 foi para os americanos Robert Lefkowitz, da Universidade de Duke (EUA), e para Brian Kobilka, da Universidade de Stanford (EUA), que mapearam uma importante família de receptores que permitem que as células do corpo percebam e respondam a sinais externos. Os estudos dos dois pesquisadores tiveram como aplicação o desenvolvimento de medicamentos melhores, com menos efeitos colaterais.
Descobrir melhores formas de alcançar os receptores é uma área de extrema importância para as indústrias farmacêutica e de biotecnologia. Atualmente mais da metade dos medicamentos, como antiarrítmicos, antihistamínico e remédios psiquiátricos, agem nestes receptores.
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