A Biblioteca da Escola E.B 2,3 de Vila Nova de Tazem - Agrupamento de Escolas de Gouveia
terça-feira, 26 de setembro de 2017
Bom ano
Recomeça....
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...
Miguel TorgaSe puderes
Sem angústia
E sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Antoine de Saint-Exupéry
Antoine de Saint Exupéry (1900-1944) foi um
escritor, ilustrador e piloto francês, é o autor de um clássico da literatura
“O Pequeno Príncipe”, escrito em 1943.
Entre as suas diversas frases famosas estão: "Só se vê
bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos". "Tu te
tornas eternamente responsável por aquilo que cativas".
Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon França, no dia 29 de
junho de 1900.
Antoine de Saint-Exupéry escreveu para jornais e revistas
francesas. Escreveu diversas obras, sempre caracterizadas por elementos de
aviação e de guerra, entre elas: "O Aviador" (1926), "Voo
Noturno" (1931), "Terra dos Homens" (1939), "Carta a um
Refém" (1944).
O seu
livro mais importante foi "O Pequeno Príncipe" (1943), cuja obra é
rica em simbolismo, com personagens como a serpente, a rosa, o adulto
solitário, a raposa. O personagem principal do livro vivia sozinho num planeta
pequeno, onde existiam três vulcões, dois ativos e um já extinto. Outro
personagem representativo é a rosa, cujo orgulho, levou o pequeno príncipe a
uma viagem pela terra.
Antoine de Saint-Exupéry morreu em um acidente de avião,
durante uma missão de reconhecimento, no dia 31 de julho de 1944. Seu corpo
nunca foi encontrado. Em 2004, foram encontrados os destroços do avião que
pilotava, a poucos quilômetros da costa de Marselha, na França.
domingo, 18 de junho de 2017
Se eu fosse... de Richard Zimler
. Imagine ser capaz de voar como uma borboleta , saltar como um canguru ou espreitar o cimo das árvores como uma girafa.
A partir desta história e dos animais mencionados, os alunos do 1º, 3º e 4ºanos, deram asas à sua imaginação e pintaram os seus desenhos.
Cada um escolheu o seu animal preferido!!
Story Cubes
Uma forma original de incentivar crianças, jovens e adultos a usar a imaginação para criar histórias!
A equipa da Biblioteca, levou a efeito uma oficina de escrita com a turma do 4ºano, usando os Story Cubes!
A ovelha e a abelha
Era uma vez
uma ovelha que gostava de se abrigar debaixo de uma árvore. Lá, havia muita
sombra e ouvia os pássaros a cantar.
Um dia, apareceu, junto da ovelha, uma abelha
que lhe disse:
- Estou com
muita fome. Fiz uma viagem até à lua e lá encontrei uma estrela cadente. Decidi
segui-la até à Terra. Como a viagem foi muito longa, fiquei com muita fome e
calor e decidi parar debaixo desta árvore.
Então, a ovelha sugeriu à abelha que fosse
comer um hambúrguer. Como ia demorar muito tempo a chegar ao McDonald´s, a
ovelha emprestou-lhe o carro do pastor.
Como a abelha não sabia o caminho, perdeu-se
numa floresta. Quando ficou de noite, a abelha decidiu dormir dentro do carro. Pela
manhã, a abelha foi acordada pelo toque do telemóvel: era a ovelha que lhe
estava a ligar. Queria saber o motivo de tanta demora.
-Perdi-me na
floresta- disse-lhe a abelha.
De imediato, a
ovelha, com a ajuda das amigas, preparou um balão de ar quente e foi para a
floresta procurar a abelha. Quando a encontrou, regressaram a casa no carro do
pastor.
História escrita pelos alunos do
4ºano
Quando me for deste mundo, partirão duas pessoas.
Sairei, de mão dada, com essa criança que fui.
Tentei não fazer nada na vida que envergonhasse a criança que fui.
Da criança pequena que um dia fomos, o que foi que sobrou?
Da criança pequena que um dia fomos, o que foi que o mundo não nos roubou?
A criança pequena que era capaz de se encantar com uma poça d'água, e que sabia o valor das coisas que não tem preço.
Viver talvez seja isso, a jornada sem fim rumo à criança que um dia fomos, o resgate do nosso melhor.
O retorno à nossa versão mais pura, mais humana, mais amorosa e solidária.
O retorno à simplicidade é a verdadeira felicidade.
Quem de nós se mostra digno de tão elevado propósito?
José Saramago
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