quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Maria Judite de Carvalho

        Maria Judite de Carvalho  nasceu em Lisboa, a 18 de Setembro de 1921 e faleceu em Lisboa, em 1998.
       Entre 1949 e 1955 viveu em França e na Bélgica. Apesar da notória qualidade e profundidade da sua obra e da sua escrita (entre o poético e novelista, entre o cómico e o grotesco, num registo ora trágico, ora ironicamente perverso), a autora permanece ainda desconhecida do grande público.
    “Maria Judite de Carvalho permanece uma escritora de atualidade renovada, difícil de catalogar no estilo que geralmente lhe é associado (herdeiro do existencialismo e do chamado “novo romance”), hábil dissecadora do desespero e da solidão quotidiana na grande cidade.", conforme referido no seu perfil na página Mulheres portuguesas do século XX.

       As suas obras não pretendem dar explicações ou ser tratados morais ou comportamentais pelo que a explicação é substituída pela insinuação e pela sugestão, de onde decorre a opção por uma escrita "limpa", sem excessos estilísticos, e por narrativas breves.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Receção aos alunos do 1ºano

Mais um ano que começa.
A equipa da Biblioteca fez a receção aos mais pequenitos do 1ºano.
Um bom começo !


Votos de um feliz ano letivo

        




   A equipa da BE deseja a todos um excelente ano letivo e votos de que o regresso à escola seja um momento de alegria, o reencontro com velhos amigos, o iniciar de novas amizades, a vontade de aprender e crescer em harmonia e com sucesso. 
Aqui fica o primeiro poema do ano: 


                               As árvores e os livros", de Jorge Sousa Braga 

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

Histórias da Ajudaris 2019

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